PiG se borra no duelo político do 'mensalão'




Globo, Folha, Veja, Estadão se borram no duelo político do 'mensalão'

E querem usar os ministros do STF como escudos humanos.

O STF (Supremo Tribunal Federal) marcou o julgamento do chamado
"mensalão" para coincidir com a campanha eleitoral.

Com isso haverá, em paralelo, um inevitável duelo político travado
sobretudo nos meios de comunicação, nas redes sociais e nas
militâncias que estarão envolvidas na campanha eleitoral.

O duelo político será uma briga pela justiça, pela verdade, pela
lisura do processo eleitoral, pelos melhores programas de governo para
as cidades, apresentados na campanha eleitoral, contra quem quer fazer
o terceiro turno das eleições de 2006 em pleno 2012.

De um lado do "duelo", setores populares e progressistas, e do outro
lado a velha imprensa demotucana com seus políticos corruptos
blindados, mesmo que carregando nas costas o mensalão tucano, o
esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira, a Privataria Tucana, a lista
de Furnas, etc.

É esse o duelo político que está posto. O STF está fora dele. Cabe ao
STF se blindar contra pressões de quem quer que seja, e ater-se às
provas, não às versões e testes de hipóteses publicados na imprensa..

É curioso que o próprio PIG (Partido da Imprensa Golpista, composto
pelas grandes empresas de TV e jornalísticas) foi quem procurou impor
a data do "duelo", e na hora de enfrentá-lo já treme e foge dele.

Fazendo uma analogia com o velho oeste, é como se o desafiante se
escondesse no banheiro do "saloom", e empurrasse o xerife para duelar
em seu lugar.

É o que o já acontece. Na semana passada a UJS (União da Juventude
Socialista) promoveu seu 16º Congresso, cujo tema foi "Nas redes e nas
ruas - lutando pelo Brasil dos nossos sonhos".

Em um dos debates falou o ex-ministro José Dirceu (PT-SP). Quanto ao
STF disse "... a única coisa que nós pedimos é o julgamento nos autos
e que a Justiça cumpra o seu papel..."

Quanto ao debate político, em torno do julgamento, disse:

"Estamos travando uma batalha contra quem? Contra a oposição? Não. São
partidos que foram derrotados em duas eleições presidenciais. Estamos
enfrentando o poder da mídia, do monopólio dos veículos de
comunicação.
(...)
Todos sabem que este julgamento é uma batalha política. E essa batalha
deve ser travada nas ruas também porque senão a gente só vai ouvir uma
voz, a voz pedindo a condenação, mesmo sem provas. É a voz do
monopólio da mídia...."

Ou seja, do STF, o ex-ministro espera apenas um julgamento justo e
livre de ingerências políticas via imprensa demotucana. Quanto à
exploração política do julgamento, disse o óbvio, que se os setores
populares e progressistas não fizerem o contraponto na sociedade, a
única versão sobre o chamado "mensalão" será na voz deturpada da velha
imprensa demotucana.

O jornal Folha de São Paulo publicou a estupidez de dizer que Dirceu
estaria "convocando" gente para sair às ruas exigindo do STF "sua
absolvição". Na mesma estupidez, seguiu o blogueiro demotucano Noblat,
do jornalão "O Globo". Ambos se borrando de medo, na hora de enfrentar
o duelo político PIG x setores populares organizados.

A UJS já participou de "esculachos" contra torturadores, velhos
parceiros da TV Globo, da Folha, na época da ditadura. E ativistas dos
setores populares e progressistas já são cada vez mais em maior número
nas redes sociais, denunciando não só suas mentiras e deturpações no
noticiário do PIG, como suas próprias condutas de lesar a pátria, os
cofres públicos, e as parcerias com a corrupção demotucana através de
gente como o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

É disso que o PIG tem medo, e já deturpa o noticiário, mentindo que
manifestações contra o eles seriam contra o STF, numa espécie de
vacina, para calar a voz popular das ruas e na internet contra a
corrupção eleitoral na velha imprensa, fazendo propaganda política
demotucana disfarçada de noticiário.

Os Civita, Marinho, Frias, Mesquita, Mervais, Noblat, Policarpos,
Azevedos, Meninas do Jô, Bonner que troquem suas calças borradas, e
saiam do esconderijo no banheiro, para se apresentarem no "duelo", sem
usar ministros do STF como escudos humanos.
.