soh p/assinantes UOL/NAO : internet disponibiliza TUDO via GOOGLE
- From: MBocciaMcArt@xxxxxxxxx
- Date: 13 Nov 2005 20:27:38 -0800
VIDE: * anexos grandes sem congestionar a caixa de entrada * no
GOOGLE; que UOL tenta ser DONA do assunto. Re:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ :
Exclusivo para assinantes da Folha e do UOL
e-mail Mande anexos sem congestionamento
Veja como enviar anexos grandes sem congestionar a caixa de entrada do
destinatário.
Confirmação: Fique sabendo se a mensagem foi lida
Internet: Mapas digitais ganham recursos interativos
Tradução: Eletrodos interpretam movimentos faciais
------------------
onde... atravez do GOOGLE busca : se obtem :
o ARTIGO : ** Veja como enviar anexos grandes sem congestionar a caixa
de entrada do destinatário ** :
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=anexos+grandes+sem+congestionar+a+caixa+de+entrada&btnG=Pesquisa+Google&meta=
PagNovidades
.... mas isso não soluciona um problema: como enviar ou encaminhar
anexos grandes
por e-mail sem congestionar a caixa de entrada do destinatário? ...
www.assprevisite.com.br/PagNovidades.html - 33k - 13 nov. 2005 - Em
cache - Páginas Semelhantes
http://www.assprevisite.com.br/PagNovidades.html
que diz, oque UOL tentou SER DE EXCLUSIVIDADE soh para assinantes :
veio :
10.11 - Mande anexos sem congestionamento
Grande parte dos internautas já navega via conexão rápida (banda
larga), mas isso não soluciona um problema: como enviar ou encaminhar
anexos grandes por e-mail sem congestionar a caixa de entrada do
destinatário? Mandar um vídeo ou uma música por e-mail é um
incômodo e tanto -além de impedir, temporariamente, que o
destinatário receba outras mensagens, que podem ser mais importantes,
isso pode lotar ou exceder a cota de armazenamento do e-mail dele.
Na próxima vez que você quiser mandar um arquivo anexado grande,
experimente o serviço gratuito Dropload. Com ele, o attachment não
entra na caixa de entrada do destinatário, ou seja, a pessoa recebe
apenas um link que, se for clicado, realiza o download do arquivo.
Dessa forma, você não congestiona o e-mail de ninguém nem obriga as
pessoas a aceitarem o arquivo que mandou.
---------------------------
http://www.assprevisite.com.br/PagNovidades.html
11.11 - Microsoft admite falhas em documento
Memorandos internos da fabricante de software Microsoft, obtidos pelo
jornal britânico "Financial Times", mostram que um dos principais
executivos da empresa admite que a Microsoft não conseguiu obter
liderança em tecnologias importantes e que a empresa está sob risco
se não agir "rapidamente e decisivamente".
Ray Ozzie, diretor técnico da Microsoft, escreveu nos memorandos que o
crescimento do acesso à internet com banda larga, a chegada das redes
Wi Fi (acesso sem fio à internet) e um novo modelo de negócios
construído em torno da publicidade on-line "tem o potencial de
impactar fundamentalmente como nós e outros desenvolvedores
construímos, entregamos e cobramos por inovações".
A Microsoft tem lançado produtos para concorrer com programas
lançados antes por empresas como o Google, como mapas interativos
on-line. (Folha de S.Paulo)
11.11 - Sob pressão, Microsoft busca mudança de rumo
Em carta aos executivos da empresa, Bill Gates diz que é necessário
se adaptar às novas demandas de serviços e softwares online, área em
que o Google já entrou
A virada do setor de tecnologia para serviços e software baseados na
internet representa uma transformação profunda e destrutiva, disse o
presidente da Microsoft, Bill Gates, a altos executivos de sua empresa,
em memorando destinado a mobilizar esforços contra as novas ameaças
competitivas que a companhia está enfrentando.
Em e-mail datado de 30 de outubro, Gates insistiu em que os dirigentes
da companhia ajam de maneira rápida e decisiva no sentido de oferecer
esses serviços e fazer frente à forte concorrência. Mas ele advertiu
que a companhia precisa ser cautelosa na construção da tecnologia
certa para servir ao público certo.
"Essa onda emergente de serviços será muito destruidora", disse
Gates. "Temos concorrentes que aproveitarão essas possibilidades e nos
desafiarão - mas a possibilidade de liderarmos ainda é muito clara."
Gates comparou o ímpeto na direção dos serviços - que variam de
ofertas de software de negócios online a serviços de e-mail gratuitos
com base na internet - às mudanças que ele percebeu há quase uma
década. Naquela ocasião, ele escreveu um hoje famoso memorando
chamado "The Internet Tidal Wave", que promoveu uma virada radical da
Microsoft para a tecnologia apoiada na internet.
Gates incluiu no e-mail um memorando de Ray Ozzie, um dos três
principais diretores técnicos da Microsoft, esboçando idéias para
mudanças amplas na empresa para enfrentar a crescente ameaça
competitiva.
Nesse memorando, datado de 28 de outubro, Ozzie admitiu que a Microsoft
não liderou o setor em serviços e software apoiados na internet, e
agora enfrenta uma concorrência intensa de empresas como a Google Inc.
Ele disse que a Microsoft precisa se concentrar nos princípios
básicos do novo modelo, incluindo uma mudança para oferecer produtos
gratuitos apoiados em publicidade e métodos mais sofisticados baseados
na internet para o fornecimento de produtos.
Na semana passada, a Microsoft anunciou planos para o Windows Live e o
Office Live, dois produtos apoiados na internet que visam a reforçar a
concorrência da companhia com a Google, a Yahoo, a Salesforce.com e
outras empresas que já estão obtendo sucesso com produtos
semelhantes.
A Microsoft vem enfrentando críticas no sentido de que o seu modelo,
que ainda se apóia, em grande medida, na venda de software em pacotes
tradicionais, pode estar ficando obsoleto. O temor é que, na medida em
que mais empresas ofereçam serviços online para tudo, do
processamento de texto ao armazenamento de fotos, haverá cada vez
menos necessidade dos lucrativos sistema operacional Windows e software
comercial Office. (AP/O Estado de S.Paulo)
11.11 - Google investe recursos no Firefox
Após fornecer a página inicial e o mecanismo de busca integrado ao
Firefox, não é mais novidade alguma que o Google gostaria de ver o
navegador de código aberto ter sucesso em um mercado dominado pelo
Internet Explorer, da Microsoft.
A companhia norte-americana, agora, está financiando também pesquisas
e testes de usabilidade do navegador, bem como um sistema de recompensa
para desenvolvedores que fizerem propaganda do Firefox pela web.
Em seu blog, o engenheiro Ben Goodger - que foi contratado em janeiro
pelo Google, mas que também trabalha para a Mozilla Foundation -
confirmou que o mecanismo de busca tem financiado pesquisas para
melhorar o sistema de navegação por abas do Firefox.
"Os desafios são criar uma interface que transforme a navegação por
abas útil para aqueles que a querem, fácil de achar para aqueles que
teriam a experiência melhorada pelo seu uso, e transparente para
aqueles que não precisam delas", escreveu Goodger.
Segundo o engenheiro, testes realizados com o Firefox 1.5 Beta 1
revelaram que os usuários sentiam alguma dificuldade no uso correto do
botão Voltar, já que o histórico de navegação é diferente para
cada uma das abas abertas. Fechar algumas delas também foi confuso
para alguns dos pesquisados.
O Google, que já emprega diversos desenvolvedores da Mozilla, criou
versões experimentais do Firefox com algumas modificações no método
como as abas funcionam. Não está claro se algumas dessas mudanças
serão incluídas na versão final do Firefox 1.5, mas Goodger está
pedindo opiniões de internautas sobre o assunto.
Mas a pesquisa não é o único investimento que o Google tem feito na
Fundação Mozilla.
Desde segunda-feira, está no ar um programa de recompensas em que o
mecanismo paga aos usuários de Firefox cada vez que um novo usuário
instala o navegador pela primeira vez, apenas.
Ao colocar um botão especial em suas páginas, desenvolvedores de
websites ganham um dólar a cada nova instalação do browser.
Além do Firefox, o Google recentemente anunciou uma parceria com a Sun
Microsystems, prometendo fornecer recursos para tornar o OpenOffice.org
uma suíte de produtividade desenvolvida o bastante para competir com o
Office, da Microsoft. (IDG Now)
10.11 - Windows apresenta nova falha crítica
A vulnerabilidade permite a invasores tomar o controle do sistema
operacional através de códigos maliciosos escondidos em imagens
digitais.
A Microsoft emitiu mais um boletim de segurnaça, avisando sobre uma
nova falha crítica do Windows, que permite a invasores tomar o
controle do sistema operacional através de códigos maliciosos
escondidos em imagens digitais.
As versões sujeitas as ameaças são o XP, Windows Server e 200O. A
Micosoft recomenda que a correção para o problema, disponível no
site www.microsoft.com/security , deve ser instalada imediatamente.
Segundo as fabricante de antivírus Symantec e McAfee, as imagens
contaminadas encontram-se em algumas páginas Web suspeitas ou chegam
aos computadores dos internautas, via e-mail. (João Magalhães -
Agência Estado)
10.11 - Mande anexos sem congestionamento
Grande parte dos internautas já navega via conexão rápida (banda
larga), mas isso não soluciona um problema: como enviar ou encaminhar
anexos grandes por e-mail sem congestionar a caixa de entrada do
destinatário? Mandar um vídeo ou uma música por e-mail é um
incômodo e tanto -além de impedir, temporariamente, que o
destinatário receba outras mensagens, que podem ser mais importantes,
isso pode lotar ou exceder a cota de armazenamento do e-mail dele.
Na próxima vez que você quiser mandar um arquivo anexado grande,
experimente o serviço gratuito Dropload. Com ele, o attachment não
entra na caixa de entrada do destinatário, ou seja, a pessoa recebe
apenas um link que, se for clicado, realiza o download do arquivo.
Dessa forma, você não congestiona o e-mail de ninguém nem obriga as
pessoas a aceitarem o arquivo que mandou.
Além disso, apenas os destinatários que você especificar podem
baixá-lo, ou seja, a privacidade fica resguardada.
Cada arquivo pode ter até 100 Mbytes e fica disponível para download
durante uma semana. Só é possível enviar um arquivo de cada vez
-para driblar essa limitação, basta agrupar os anexos num arquivo ZIP
(no Windows XP, selecione-os, clique com o botão direito do mouse e
escolha Enviar para/Pasta compactada.
Nos testes, o Dropload funcionou bem, embora com duas ressalvas: em
alguns casos, o link demorou até duas horas para chegar ao
destinatário, e o monitorador de upload do site se mostrou inoperante.
Se você não gostar do Dropload, experimente o Send ThisFile.com, que
é similar e oferece um serviço pago mais veloz. (BRUNO GARATTONI -
Folha de S.Paulo)
10.11 - Compactador envia e-mails codificados
Em sua versão 10.0, o Winzip também envia arquivos compactados
diretamente para discos graváveis e é compatível com o Windows XP
SP2 Attachment Manager, componente do sistema que avisa sobre anexos
que podem causar danos ao PC. Segundo a fabricante do programa, os
arquivos compactados pelo Winzip 10.0 estão ainda menores. No site
www.winzip.com, há uma versão de testes do soft que funciona por 45
dias. Na versão Standard, o preço sugerido do produto é US$ 29,95.
Na versão Pro, ele custa US$ 49,95 (Folha de S.Paulo)
10.11 - Antispyware da MS ganha nome: Windows Defender
O Microsoft Windows AntiSpyware, aplicação que entrou em fase beta de
testes no mês de janeiro, ganhou um novo nome: Windows Defender.
"O nome, depois de muita consideração por parte de nossa equipe de
marketing e marcas, é Windows Defender! Ele ficou muito mais positivo
do que Windows AntiSpyware", escreveu em seu blog Jason Garms, gerente
de grupo para a equipe antivírus da Microsoft.
O Windows AntiSpyware surgiu da aquisição da GIANT Software pela
Microsoft, em dezembro de 2004. A companhia de Bill Gates integrou o
aplicativo com o seu próprio Strider, um programa para detecção de
rootkits, e aplicará a tecnologia de proteção ao seu próximo
sistema operacional, o Windows Vista.
Segundo Garms, um dos motivos para a mudança de AntiSpyware é que o
aplicativo defenderá o sistema de outras ameaças, e não só de
programas espiões.
"Proveremos visibilidade e controle, bem como proteção, detecção e
remoção de outros softwares potencialmente indesejados, como
rootkits, ladrões de senha e mais", escreveu Garms.
Além da mudança de nome, o Windows Defender passa agora a ser um
serviço oferecido pela Microsoft e a assinatura de uso será adquirida
pelo próprio site de atualizações Windows Update.
As mudanças, que incluem uma nova interface de controle, estão
programadas para irem ao ar junto com o lançamento do Windows Vista.
Garms afirmou, entretanto, que o programa reformulado estará
disponível também para usuários de Windows XP, em uma atualização
que substituirá o Windows AntiSpyware beta. (IDG Now)
10.11 - Filtro inteligente é eficaz contra o spam
Todo mundo, ou quase, já recebeu spam. É um dos grandes problemas do
e-mail e um dos mais difíceis de resolver: mesmo com os bloqueios dos
provedores e dos softwares de correio, muitas vezes o spam continua a
inundar, ou pelo menos tumultuar, a caixa de entrada. Mas existe uma
luz no fim do túnel: o programa PopFile, que é um filtro inteligente.
Isso traz uma vantagem clara. Enquanto os filtros tradicionais se
baseiam em listas de remetentes de spam ou em regras predefinidas para
determinar o que é ou não lixo eletrônico, o PopFile analisa as
mensagens que você recebe e aprende com elas, ou seja, ele se adapta
às características da sua conta de e-mail.
De saída, o software é totalmente burro, ou seja, não diferencia os
e-mails. Você é que deve entrar na tela de configuração dele e
classificar, manualmente, cada mensagem. E depois de todo esse
trabalho, a caixa de entrada continua como estava, bagunçada (as
classificações não se refletem na organização dos e-mails que já
foram recebidos). Se o PopFile fizesse tão pouco, seria uma droga. Mas
sua inteligência se manifesta depois.
Usando o chamado sistema "bayesiano" (fundado na teoria de Thomas
Bayes, matemático do século 18), o PopFile analisa e categoriza
estatisticamente vários detalhes das mensagens que você considerou
spam -mede a ocorrência de palavras, distância entre elas,
características do cabeçalho dos e-mails etc.
Usando essas informações, o software faz uma aproximação
estatística para decidir se uma mensagem é ou não spam. O ponto
crucial é que o sistema é auto-reforçante, ou seja, a cada vez que
você corrige o PopFile a base estatística se torna mais precisa -e
mais eficaz contra as mensagens-lixo.
Teste
O PopFile foi testado numa conta de alto volume, que recebe
aproximadamente 80 mensagens por dia, mais da metade delas spam, com
pequena ocorrência de vírus e phishing (e-mails que pedem dados
bancários).
O soft usado foi o Outlook 2003, combinado ao anti-spam do provedor
UOL. O filtro do UOL é bem rígido, pois tem um bloqueio do tipo
"captcha" -trata-se daquela janelinha com letras desenhadas presente em
muitos formulários on-line- , mas deixava passar spam. O filtro do
Outlook 2003 também -e já estava, nos últimos meses, nitidamente
perdendo eficiência.
Com o PopFile, após quatro dias de uso e treinamento do programa, a
caixa de entrada ficou visivelmente mais limpa. Segundo os criadores do
software, ele atinge 96% de acerto após 500 mensagens (tempo que o
PopFile supostamente leva para aprender). Nos testes, após processar
300 e-mails, o software já exibia mais de 70% de precisão.
A instalação e a configuração são meio trabalhosas, mas valem a
pena. Nos testes, o programa conseguiu até vencer um velho truque dos
spammers -forjar ou truncar o endereço do remetente.
Se você recebe bastante e-mail e sofre com o lixo, experimente
instalar e treinar o PopFile, pois ele realmente funciona.
Em tempo: o programa só funciona com e-mail do tipo POP3, ou seja,
não dá pra usá-lo com serviços de webmail (exceto aqueles, como o
Gmail, que também oferecem servidor POP3). Por outro lado, o PopFile
pode ser usado com qualquer software de correio, inclusive o ubíquo
Outlook Express. (BRUNO GARATTONI - Folha de S.Paulo)
10.11 - Praga de Linux aproveita falhas do servidor web
Uma praga de Linux que se espalha através de vulnerabilidades do
servidor web foi noticiada por empresas de softwares antivírus na
segunda-feira (11/08). Batizada de Plupii, e também conhecida como
Lupper, a praga ainda não se espalhou em grande escala e não é
considerada uma grande ameaça.
Segundo a empresa de segurança McAfee, o Plupii espalha-se através de
vulnerabilidades nos scrips de linguagem PHP/CGI de servidores web.
Trata-se de uma derivação do Slapper (Linux) e do Scalper (BSD), que
usavam a mesma técnica de propagação.
O ataque aos servidores se dá por meio de códigos maliciosos HTTP
(sigla para Hypertext Transfer Protocol), requeridos na porta 80. Se o
servidor estiver rodando um script vulnerável em alguma URL e estiver
configurado para permitir downloads remotos de arquivos no PHP/PCI, a
praga pode ser baixada e executada.
Segundo a empresa de antivírus Symantec, o Plupii afeta o desempenho
de navegação e gera URLs para rastrear outros computadores onde
poderá se espalhar.
A Symantec classifica o Plupii como mediano em termos de estrago e
capacidade de distribuição. Já a McAfee o classificou como de baixo
risco tanto para usuários corporativos como para os domésticos.
Os usuários de Linux devem atualizar seus programas antivírus e
realizar os ajustes necessários em seu sistema. (IDG Now)
09.11 - Tendência On-line
As operações pela internet entre empresas e fornecedores, o chamado
"e-procurement", estão cada vez mais comuns. Estudo da Associação
Brasileira de e-Business aponta que 70% das médias empresas já
utilizam ferramentas de internet em suas compras de suprimentos. O
volume total dessas compras também tem crescido -deve subir 15% neste
ano. Segundo Richard Lowenthal, presidente da entidade, em 2005 as
empresas investiram basicamente na implantação das ferramentas de
compras on-line. No ano que vem, os recursos começarão a ser alocados
para a própria compra, com a alta do número de fornecedores. "As
empresas estão aprendendo a como reduzir custos com as compras pela
internet", afirma. Esse fenômeno se reflete nas prioridades de
investimento, que, em 2006, devem mudar da estruturação interna para
um ambiente de maior relacionamento com parceiros e fornecedores.
(Guilherme Barros - Folha de S.Paulo)
09.11 - BB e Caixa financiam PC popular
Depois de vários meses de expectativa, o Banco do Brasil e a Caixa
Econômica Federal começaram a receber propostas de financiamento da
compra de computadores populares, o que deve aumentar a inclusão
digital da população de baixa renda.
No BB, o crédito para a compra do computador poderá ser de até R$
1.200. A taxa de juros é de 2% ao mês e o prazo para o pagamento
alcança até 24 meses. Haverá uma tarifa de abertura de crédito de
3% sobre o valor da compra (com mínimo de R$ 15). A Caixa estabeleceu
as mesmas condições para liberar o empréstimo, com exceção da taxa
de abertura de crédito, que será fixa em R$ 40.
As linhas de crédito, anunciadas pelo governo federal no começo do
ano, demoraram para ser disponibilizadas devido à necessidade de o
Ministério da Ciência e Tecnologia definir primeiro as
configurações para que as máquinas compradas estivessem prontas para
o uso.
Os PCs terão monitor de vídeo de 15 polegadas, teclado, mouse,
processador de 1,5 GHz, disco rígido de 40 Gb, CD-ROM, disco flexível
de 1,44 MB, memória de 128 MB, fax modem, sistema operacional Linux e
um conjunto de softwares livres com 27 aplicativos para edição de
fotos, processamento de textos, anti-vírus e navegação na internet.
Para ter acesso ao financiamento do Banco do Brasil, o cliente deve
possuir cartão de crédito ou débito da própria instituição com a
bandeira Visa. O crédito será contratado nas lojas afiliadas à
Visanet e o lojista (correntista da instituição ou não) deve
procurar a agência do BB para solicitar o cadastramento do convênio
que o habilita a vender os equipamentos com o selo "Computador para
Todos", o programa de inclusão digital do governo federal.
No caso da Caixa, para utilizar a linha de crédito não é preciso ser
cliente, mas, como as parcelas serão debitadas diretamente em conta, o
interessado deverá abrir uma conta corrente ou poupança.
Não há limite de renda para obter o financiamento, mas o interessado
deve comprovar sua capacidade de pagamento, como em qualquer linha de
crédito.
O programa pretende aumentar o número de brasileiros de baixa renda ou
pequenas empresas com computador e internet.
Além disso, o governo tenta baratear o acesso do cidadão à internet
e negocia com as operadores de telefonia e provedores de acesso discado
um pacto de 15 horas mensais ao custo de R$ 7,50.
As linhas de crédito do BB e da Caixa têm recursos do FAT (Fundo de
Amparo ao Trabalhador) e esperavam a regulamentação do processo de
certificação dos computadores pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia. (Folha de S.Paulo)
09.11 - Um Windows de vista nova
Interface criada para a mais recente versão do sistema operacional da
Microsoft é o que mais chama a atenção. Há também outras novidades
- boas e ruins
Quem quiser experimentar o Windows Vista até o início do ano que vem
terá que se contentar com a versão beta. Mais precisamente com o Beta
1 build 5112, a única oficialmente disponível para membros do MSDN e
apenas em inglês (portanto, desculpem as citações de títulos e
opções de menus neste idioma). Ela, transferida para nosso PC, gera
uma imagem ISO de 2,6GB que exige um DVD para ser gravada. Gravei a
minha e instalei na máquina que uso para testes: um Athlon XP 2000+
com 768 MB de memória RAM e disco rígido de tamanho suficiente.
A instalação foi fácil, porém demorada. Levou quase quatro horas
- mas isso provavelmente tem a ver mais com minha máquina que com a
versão beta, já que sei de casos em que a instalação levou pouco
mais de 20 minutos. Por outro lado, é de uma simplicidade franciscana:
depois de usar o próprio programa de instalação para remover todas
as partições existentes no disco de destino, criar uma nova e
formatá-la em NTFS (o único sistema de arquivos aceito por Windows
Vista), tudo o que tive que fazer foi sugerir um nome para a máquina e
entrar com a chave de instalação.
Do resto, o próprio programa se encarregou. Terminada a instalação
do sistema, instalei os drivers dos dispositivos da placa-mãe. Windows
Vista implicou apenas com o áudio. Como eu não gosto mesmo de
barulho, toquei para a frente sem problemas.Passei, então, a
configurar a rede. Não deu. Apesar de reconhecer a controladora de
rede, uma Realtek integrada à placa-mãe, Windows Vista se recusou a
instalar o suporte para Cliente de rede Microsoft. Verifiquei então se
pelo menos a internet funcionava (uma conexão ADSL compartilhada
através de um roteador). Funcionou. Se fosse o contrário (rede local
sem internet), eu teria interrompido o teste. Mas como não iria
precisar da rede local, dei a instalação do sistema por finda e parti
para os programas.
Meu plano ia além de simplesmente espiar o sistema. Eu queria usá-lo,
trabalhar com ele. Portanto, precisaria de aplicativos. Tratando-se de
uma cópia beta, cujo prazo de validade é limitado, não faria sentido
instalar e registrar um aplicativo que seria perdido quando a cópia
beta perdesse a validade. Por outro lado, não me agrada usar produtos
pirata mesmo em testes.
Lembrei-me então que o OpenOffice 2.0, um pacote de aplicativos que
obedece aos preceitos do software livre, acabara de ser lançado.
Decidi então transferi-lo e instalá-lo sobre o Windows Vista. Além
do OpenOffice, instalei ainda uma cópia (porém legal) do excelente
Paint Shop Pro para capturar as telas.
Esses dois aplicativos mais os programas do próprio Windows Vista
(como o Internet Explorer, que, aleluia, afinal incorporou as tão
sonhadas abas que permitem navegar por diferentes sites na mesma
janela) são tudo o que eu preciso para a tarefa a que me proponho:
transmitir para vocês minhas primeiras impressões sobre a versão
beta 1 do Windows Vista.
Instalado o OpenOffice e ao começar a digitar essas mal traçadas,
dei-me conta que precisava ajustar o teclado para poder acentuar.
Descobri, então, duas coisas, uma boa e uma ruim. Primeiro, a boa:
Windows Vista tornou mais fácil encontrar o ajuste do teclado,
misteriosamente escondido nas Propriedades de idioma nas versões
anteriores. Agora, um dos itens em destaque do Painel de Controle é
Clock, Language and Region (relógio, idioma e região) que traz
claramente como subtítulo Change keyboards or other input methods
(mudar teclados ou outros métodos de entrada)
Um clique nele leva a uma janela com mais duas opções: uma para
acertar o relógio e outra Opções regionais e de idioma, onde se pode
fazer diversos ajustes, inclusive o de teclado. Na verdade, o ajuste
ficou no mesmo local onde sempre esteve, mas com indicações muito
mais claras de como encontrá-lo. Já a noticia ruim é que Windows
Vista subordina o ajuste de teclado aos teclados disponíveis para cada
idioma. E para o Português (Brasil) oferece apenas os teclados ABNT,
ABNT2, reconhecimento de voz e teclado americano.
O expediente de usar o teclado US International, que permite acentuar
usando o teclado comum americano, só pode ser usado quando se
seleciona o idioma inglês (que, curiosamente, não precisa dele). Em
suma: se seu teclado não obedece a um dos padrões ABNT ou você
acentua, mas usa como idioma de entrada o inglês, ou usa o português,
mas não acentua. Escolhi, naturalmente, a primeira opção. E meti
mãos à obra.
Principais pastas são alteradas
A primeira coisa que chama a atenção no Windows Vista é que quase
tudo está de cara nova. A começar pela Área de Trabalho, cujo
padrão é o tema denominado Aero. A versão Beta 1 oferece apenas dois
temas: Aero e o Windows Classic (aba Themes de Display Properties).
Fiquei com o Aero. Note a Barra de Tarefas em negro e os ícones do
lado esquerdo da tela (são os instalados por padrão). Outra coisa que
salta aos olhos é a mudança da interface.
Repare as duas imagens da lixeira, a da esquerda vazia e a da direita
depois de receber alguns objetos. Parece bobagem, mas detalhes como
esse facilitam a vida do usuário. Esse, por exemplo, ajuda a recuperar
algum espaço em disco quando um simples olhar para a lixeira revelar
que já está na hora de esvaziá-la. Outra alteração significativa
foi no menu Iniciar.
O computador tornou-se simplesmente computador e a pasta de documentos,
documentos. O mesmo ocorreu com as pastas destinadas às músicas, aos
vídeos, às imagens e aos jogos, que perderam o pronome possessivo e
ganharam lugar no painel direito do menu Iniciar juntamente com alguns
itens importantes que permaneceram, como as entradas Executar, Painel
de controle, Impressoras e faxes.
O dispositivo de buscas ganhou importância especial no novo Vista.
Além da entrada padrão no menu Iniciar, aparece uma nova, utilíssima
para encontrar programas embaixo do painel esquerdo. Basta entrar nela
com uma ou mais letras que todos os programas cujos nomes contiverem
tais letras aparecerão diretamente acima dela no próprio painel
esquerdo do menu Iniciar. Painel esquerdo que, por sinal, tornou-se
dinâmico.
O mecanismo de busca
Talvez,a novidade mais importante seja uma poderosíssima ferramenta
para localizar e organizar arquivos no disco rígido. A idéia não é
nova. Os dinossauros da informática, como eu, que usam computadores
há duas décadas, hão de lembrar do Magellan, um programa formidável
que rodava sob o DOS do velho XT. Os mais ligados em novidades
certamente conhecem o Google Desktop Search.
Ambos funcionam de forma similar: gastam algum tempo vasculhando as
entranhas dos discos rígidos, inspecionam cada arquivo, indexam seu
conteúdo e armazenam as informações em um arquivo oculto que é
permanentemente atualizado.
Quando se deseja encontrar, por exemplo, um arquivo que contenha o
texto "disco rígido", executa-se uma busca usando a expressão e
obtém-se o resultado quase imediatamente, já que a busca é executada
no arquivo indexado. Se isso já era útil nos tempos do XT, quando a
capacidade dos discos rígidos não passava de dezenas de megabytes,
imagine agora, que chega às centenas de gigabytes.
Por isso mesmo o Windows Vista incorporou essa facilidade ao próprio
mecanismo de busca, que tornou-se extremamente rápido. Mas deu um
passo adiante. Criou as pastas virtuais.
Resumindo: o Windows mudou. Não apenas por dentro, mas sobretudo por
fora. Sua interface ficou mais bonita e mais fácil de trabalhar. Pena
que algumas promessas, como o novo e revolucionário sistema de
arquivos, ficaram por cumprir. Mas ainda assim, a primeira impressão
foi bastante positiva. (B.Piropo - Correio Braziliense)
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